sábado, 25 de agosto de 2012

Brasil: Cientistas criam plantas resistentes à seca


Segunda-feira, 20 de Agosto de 2012

Brasil: Cientistas criam plantas resistentes à seca

Um grupo de investigadores brasileiros está a estudar, em laboratório, plantas transgénicas capazes de resistir a longos períodos de seca. O objetivo é encontrar uma resposta para as crescentes preocupações motivadas pelas alterações climáticas.
 
Em declarações à Lusa, um dos investigadores, Eduardo Romano, explicou que o projeto começou a partir da pesquisa do genoma da planta do café. "Nesse estudo, que contou com mais de 100 investigadores, identificámos os 30 mil genes do café e, a partir daí, cada grupo passou a pesquisar uma caraterística específica", contou, acrescentando que o seu grupo ficou incumbido de estudar os genes associados à resistência à seca.
 
Depois de identificado o gene responsável, os cientistas isolaram-no e testaram-no numa planta-modelo, a Arabidopsis thaliana, uma espécie idêntica à mostarda. "As plantas que receberam o gene sobreviveram 40 dias sem água, enquanto as que não o receberam morreram após 15 dias sem água", revelou o investigador, integrado na equipa científica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agrícola (Embrapa), que está a desenvolver o projeto.
 
Uma vez que os resultados obtidos nas primeiras experiências foram animadores, a equipa vai agora testar a descoberta em cinco culturas comerciais, entre as quais as dos principais produtos de exportação brasileira: cana-de-açúcar, soja, arroz, trigo e algodão.

Plantas não deverão causar alergias
 
Segundo Eduardo Romano, o gene especial já foi administrado a exemplares dessas cinco espécies, que estão atualmente a ser observadas em laboratório. Após o nascimento das primeiras plantas transgénicas, as sementes serão novamente testadas em laboratório para, posteriormente, a partir de uma seleção das melhores amostras, se dar início aos testes no terreno.
 
"Acreditamos que num ano e meio já teremos os resultados da experiência em todas as culturas", avança o investigador, que desvendou que, a par dos estudos de viabilidade do gene da resistência à seca, a equipa está igualmente a realizar testes toxicológicos para garantir que os produtos resultantes das culturas transgénicas serão seguros para consumo.
 
Eduardo Romano garantiu que já foi possível comprovar que as variedades geneticamente modificadas em estudo não serão propensas a causar alergias. "Ao longo do desenvolvimento do produto vamos fazendo vários testes. Por exemplo, já vimos que essa proteína não é propensa a causar alergia", afirmou, esclarecendo que a conclusão foi retirada por meio de comparação com um banco de dados da Organização da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO).
 
Atualmente a seca é um dos maiores problemas da agricultura em todo o mundo tendo levado até, há pouco tempo, a que a FAO dirigisse aos EUA um pedido oficial no sentido de abandonar temporariamente a sua produção de biocombustível a partir do milho, cujas culturas estão muito ameaçadas.
Fonte: Boas noticias.pt

Escaravelho das palmeiras


Pó mágico. O Beauveria bassiana prolifera de forma natural no solo e é usado como biopesticida contra os parasitas das plantas.


Fonte: Super interessante - Agosto 2012
[publicado por urgência] mais adiante irei publicar o artigo na íntegra!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Em busca das grandes lulas


Lula 500
Submarino irá às profundezas dos Açores.
A fundação Rebikoff – Niggeler (FRN), instituição dedicada á investigação do meio marinho sediada no Faial, Açores está a construir um submarino tripulado capaz de descer até aos mil metros de profundidade para procurar as grandes lulas que servem de alimento às baleias. Com 7,5 metros de comprimento e 2,65 metros de altura, o “Lula 1000” terá capacidade para três tripulantes e estará equipado com tecnologia de ponta. “Vamos mergulhar mais para sul do Faial e do Pico para tentar encontrar as lulas grandes”, afirmou o responsável pela fundação, Joachim Jacobsen, citado pela agência Lusa. O submarino que deverá estar pronto em 2011, será ainda utilizado em projectos de estudo de corais de água fria, na observação de zonas protegidas subaquáticas, na produção de mapas acústicos de alta resolução e no estudo de fontes hidrotermais e de vulcanismo, entre outros.
Fonte: quero saber Outubro 2010

domingo, 19 de agosto de 2012

Como cães e gatos



Conheça Salati (o leopardo) e Tommy (o cão), um bizarro par de melhores amigos que actualmente são o alvo de todas as atenções no Glen Afric Country Lodge, perto de Pretória, na África do Sul. O tratador Richard Brooker, treinou-os e deixa-os exercitar-se juntos. “Onde quer que encontre um dos dois, o outro estará logo atrás”, afirma Brooker. Salati foi resgatado quando era uma cria órfã e doado por um veterinário local a este retiro de gestão familiar, que ajuda a reabilitar animais. O trabalho dos Brookers e os seus programas de criação de elefantes, leões e girafas têm contribuído para um crescimento da vida animal na região.   
Fonte: quero saber Outubro 2010

Do outro mundo?



Estes estranhos vulcões nevados parecem vindos de outro planeta.
Na verdade, encontram-se na Ilha das Quatro Montanhas, no arquipélago dos Aleutas, no Alasca, e foram “apanhados” pela câmara ASTER (Advanced Spaceborn Thermal Emission and Reflection Radiometer), a bordo do satélite Terra da NASA. É nesta ilha que se encontra o inquieto Monte Cleveland, um vulcão actualmente activo e que está sob observação, para se perceber se emite cinzas que possam afectar os voos do norte dos EUA.
Fonte: quero saber Outubro 2010

sábado, 18 de agosto de 2012

Como sobreviver a um ataque de tubarão


O que fazer se vir uma barbatana pontiaguda ir na sua direcção
Em 2000, 14% dos 79 ataques registados a nível mundial pelo International Shark Attack File (ISAF), mantido pelo Museu de História Natural da Flórida, EUA, foram fatais – uma percentagem que baixou para 8% em 2009.
A sobrevivência depende muitas vezes dos meios de socorro existentes nas praias. Em muitos casos, contudo, pode dever-se á perda de interesse por parte do tubarão; e também há casos de pessoas que conseguiram afugentar o animal. O ISAF aconselha a bater no focinho do tubarão com toda a força, usando um objecto – é demasiado fácil ficar sem os punhos ou pés. Apontar aos olhos é de eficácia duvidável: são um alvo diminuto e o tubarão recolhe-os como protecção, mesmo antes de atacar. As guelras são um alvo melhor, já que as interiores são muito sensíveis. Não se finja de morto: é mais provável ser mordido se parecer indefeso. Mas chapinhar e fazer barulho também só serve para os atrair ainda mais. Se conseguir afugentar o tubarão, não sossegue. Os tubarões são muito curiosos e tandem a regressar. Se possível, saia da água. Se estiver a mergulhar em mar alto, nade costas com costas com o seu parceiro de mergulho.
Fonte: quero saber Outubro 2010