domingo, 8 de janeiro de 2012

Metais pesados detetados em pinguins na Antárctida



OUT20
AMBIENTEEscrito por: Luís Filipe Costa
Metais pesados detetados em pinguins na Antárctida
A Antártida, zona na qual se encontram várias espécies animais e alguns dos fenómenos mais belos do nosso planeta, pode estar a ser mais afetada por influências humanas que se esperava.
Um estudo publicado na revista “Environmental Pollution” por investigadores espanhóis da Universidade de Múrcia revela a presenta de metais pesados, como cádmio, zinco, arsénio e alumínio, entre outros, nas penas de 207 pinguins-de-barbicha, pinguins-de-Adélia e pinguins-gentoo.
Os níveis mais elevados foram registados na Ilha Deception e na ilha King George. Segundo a equipa coordenada por Silvia Jerez e Miguel Motas, a uma correlação entre este registo e o fato de serem zonas com um elevado grau de presença humana derivada do turismo, de habitantes locais e do transporte de conteúdos poluentes
Fonte: QUERO SABER.pt

Novas espécies são encontradas nas profundezas da Antártida



Cientistas britânicos que estão fazendo a primeira exploração nas águas profundas da Antártida descobriram um mundo diferente de qualquer coisa já encontrada em outras fontes hidrotermais: uma área povoada por novas espécies de anêmonas, estrelas do mar predadoras e caranguejos yeti que se unem em pilhas, uns em cima dos outros.
“Era quase como uma visão de outro planeta”, disse o líder da expedição Alex Rogers, professor de zoologia na Universidade de Oxford.
Mesmo no mundo de arregalar os olhos das profundidades da Antártida, as novas espécies descobertas se destacam, como as espécies até então desconhecidas de caranguejos yeti encontradas em torno das águas quentes provenientes do fundo do mar. Muitos desses animais nunca haviam sido observados em nenhuma outra fonte hidrotermal de nenhum oceano.
Os novos caranguejos yeti descobertos parecem cultivar “jardins” de bactérias em seus peitos, que são cobertos com tentáculos peludos. Essas bactérias devem fornecer sustento aos caranguejos. Eles certamente vivem unidos uns ao lado dos outros para sobreviver ao frio. Já a nova estrela-do-mar predadora encontrada se alimenta dos infelizes caranguejos.
Essas comunidades de animais são diferentes de qualquer outra já vista em locais parecidos. Em 1999, pesquisas de mapeamento da Antártida sugeririam onde poderia haver fontes hidrotermais, mas só dez anos depois os pesquisadores voltaram para uma expedição, levando câmeras para duas áreas, de 2,6 mil metros e 2,4 mil metros de profundidades.
No mundo profundo da Antártida, a energia não vem do sol, mas vem da energia hidrotermal gerada na crosta oceânica. Embora a temperatura do fundo do oceano na área seja de zero grau Celsius, jatos de água tão quentes quanto 382 graus são existentes nas fontes hidrotermais.
Ao contrário das aberturas em outros oceanos, as da Antártida têm poucos mexilhões e camarões. Em vez disso, a área abriga novas espécies de cracas e anêmonas, assim como um grande caracol marrom sem casca. Os pesquisadores ainda descobriram pálidos polvos no fundo do mar.
Como os seres humanos estão explorando as águas profundas cada vez mais para a pesca, petróleo e mineração, a compreensão de como as espécies são dispersas pelos oceanos é crucial, afirmam os pesquisadores. [LiveScience]

Mosca parasita transforma abelhas em zumbis


Como se não bastassem vírus mortais e fungos, as abelhas da América do Norte têm agora que lidar com outro vilão: moscas parasitas que fazem com que elas deixem suas colmeias e morram depois de vagar desorientadas como zumbis.
Cientistas já sabiam que o parasita, denominado Apocephalus borealis, infecta e mata abelhas e vespas. A mosca pousa nas costas de uma abelha e deposita seus ovos no abdômen do inseto. Quando ela vai embora, a colmeia já está completamente diferente, com abelhas desorientadas que morrem pouco tempo depois.
Até agora, cientistas descobriram abelhas parasitadas apenas em San Francisco, Califórnia e Dakota do Sul, nos Estados Unidos.
Pesquisadores observaram em laboratório que cerca de sete dias depois que os ovos são implantados em uma abelha, até 25 larvas de moscas emergem nas áreas da cabeça e tórax do inseto. Em estado selvagem, 13 larvas já foram observadas desabrochando em uma única abelha.
As abelhas parasitadas abandonam suas colmeias e começam a procurar fontes de luz, e rondam enquanto se comportam de maneira estranha. Elas parecem desorientas, andam em círculos, e quando perdem o equilíbrio, muitas vezes não são capazes de se levantar novamente.
Ainda não está claro como as moscas mudam o comportamento das abelhas, embora os pesquisadores acreditem que os parasitas afetem o ciclo natural de dia e noite dos insetos. Os pesquisadores também não sabem se as abelhas infectadas estão abandonando a colmeia para proteger as outras.
Esse fenômeno foi responsável pelo extermínio de 90% das abelhas de algumas colmeias. Em 2006, casos do tipo já haviam sido relatados, mas em menor escala. [LiveScience]

11 acontecimentos científicos interessantes de 2011


Tensão pré-menstrual:



A tensão pré-menstrual afecta cerca de 75 a 80% das mulheres surge entre 10 a 7 dias antes do início da menstruação e pode prosseguir até 4 dias após o início. A lista de sintomas inclui:
Cefaleias, tensão e maior sensibilidade mamária, retenção de líquidos, irritabilidade, ansiedade, fadiga, tendência depressiva, nervosismo, dores musculares, diminuição do interesse pelas actividades sociais e laborais… Existe ainda uma variante mais grave. Algumas mulheres sofrem ainda de uma dor na zona abdominal inferior durante a menstruação.
Porém, as pílulas com drosperinona demonstraram, em ensaios, uma eficácia muito interessante pelo que são recomendadas pílulas de baixa dosagem e uso contínuo.
Contudo as 3 formas possíveis para controlar ou minimizar a tensão pré-menstrual são, a alimentação saudável (livre de sal, açúcar, álcool e cafeína), o uso de contraceptivos acompanhados, por vezes, de diuréticos e analgésicos, e o exercício físico que reduz incómodos e regula o sono.
Pelo que normalmente a situação pode ter solução, devendo as mulheres, neste caso, procurar ajuda clínica.
Fonte: Super interessante

AVC ao volante:



A BMW concebeu um sistema que detecta AVC e ataque de coração também. Através da mudança dos padrões de condução, o veículo toma o controlo e vai encostando á berma fazendo pisca e através de sensores que lhe permitem mudar de faixa em segurança. Uma vez na berma o automóvel acende os 4 piscas e efectua uma chamada para o serviço de emergência (112), dando as coordenadas da localização do veículo. É necessário para o efeito GPS, caixa automática, rede de telemóvel e também que os traços longitudinais estejam devidamente pintados, faltam ainda protocolos com unidades de socorro e legislação.
Fonte: Super interessante