sábado, 22 de setembro de 2012

Vídeo de porco a salvar cabra bebé é sucesso no Youtube


Um vídeo divulgado quarta-feira no Youtube, onde se vê um porco «heroico» salvar uma cria de cabra de um charco num zoo, já está a caminho dos dois milhões de visualizações.

A cabra bebé ficou com uma pata presa debaixo de água e esforça-se para se libertar, em pânico.O porco mergulha e nada na sua direcção, salvando-a e ajudando-a a chegar a terra firme.
Assista de seguida:
  • Fonte: Diário digital

Ruídos naturais


O mais alto 
Krakatoa – o som da erupção do vulcão Krakatoa, na Indonésia, em 1883, pode ser o mais alto já registado – ouviu-se na Austrália e em Banguecoque.
Muito alto 
Baleias azuis – são dos animais vivos mais ruidosos, produzindo sons que ultrapassam os 165 decibéis.
Pequeno e sonoro  
Camarão pistola – as suas pinças podem gerar mais de 200 decibéis, para atordoar as presas.
Fonte: quero saber Outubro 2010

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Porque cantam as dunas


Algumas dunas produzem sons como didgeridoos, mas a razão permanece um mistério científico
Há séculos que as dunas “cantantes” despertam receio e curiosidade, mas os cientistas continuam sem certezas acerca do seu funcionamento. Muito raras, estas dunas de areia encontram-se apenas em cerca de 30 locais, isolados, no mundo inteiro. As dunas “cantantes” soam como instrumentos musicais, pois produzem apenas uma nota arrastada – Mi, Fá ou Sol – por um máximo de 15 minutos. Crê-se que ressoam quando os grãos de areia, suaves e do mesmo tamanho deslizam, em avalanche, sobre uma camada inferior mais dura e húmida. A duna deve ter pelo menos 45 metros de altura e uma inclinação de 35°. As camadas agem como violino: as partículas secas vibram como cordas, enquanto a camada mais dura intensifica o som, como o corpo oco do instrumento. O tamanho dos grãos e a profundidade da areia solta controlam a nota “tocada”. Já as dunas que “chiam” encontram-se em muitas praias. O assobio dura menos de um segundo e deve-se á fricção entre grãos.
Fonte: quero saber Outubro 2010

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O fruto mais brilhante da natureza


Baga da 'Pollia condensata' estudada por investigadores 

da Universidade de Cambridge

2012-09-17


Fruto da planta 'Pollia condensata' é o mais brilhante do mundo
O fruto da planta africana Pollia condensata é o 'objecto' com a cor mais intensa e brilhante da natureza, segundo um estudo da Universidade de Cambridge.
Esta baga não obtém a sua cor azul metálica de nenhum pigmento, mas apenas da luz que reflecte em comprimentos de ondas específicos. A investigação está publicada na«PNAS».

A maioria das cores que nos rodeiam resultam de pigmentos. No entanto, existem alguns exemplos na natureza que utilizam o que se chama de 'cor estrutural', um truque óptico através do qual a cor aparece na reflexão da luz.
Os investigadores descobriram que a celulose desta baga forma uma estrutura assimétrica capaz de interagir com a luz e proporcionar o reflexo selectivo de uma cor específica. Resultante desta estrutura única, a baga reflecte predominantemente o azul.
Os cientistas descobriram também que cada célula gera, individualmente, uma cor independente, produzindo um efeito de pontilhismo (como nas pinturas de Seurat). Apesar deste fruto não possuir qualquer valor nutritivo, as aves são atraídas pela sua cor brilhante e utilizam-no na decoração dos seus ninhos para impressionar potenciais parceiros.
Devido às suas características, a cor do fruto não se desvanece. As amostras que existem nas colecções que datam do século XIX mantêm-se tão coloridas como os frutos actuais.
Silvia Vignolini, investigadora do departamento de Física da Universidade de Cambridge e autora principal do artigo, acredita que a natureza pode inspirar a criação de materiais inteligentes e multifuncionais a partir de celulose.
A partir da celulose podem criar-se materiais coloridos com aplicações industriais, tais como elementos com cor estrutural que substituam os corantes tóxicos em alimentos e cosméticos”, defende.
Fonte: Ciência hoje

domingo, 16 de setembro de 2012

Monções


Sistemas de vento que se invertem sazonalmente e alteram radicalmente o clima das regiões subtropicais
As monções são sistemas de ventos que ocorrem em regiões tropicais e subtropicais a sul, sudeste e este das grandes massas de terra do hemisfério norte. A direcção do vento predominante e as condições nestas regiões invertem-se no Verão e no Inverno.
Onde? Os maiores sistemas de monções são o Ásio-australiano e o do Oeste Africano.

Condições sazonais no Sul da Ásia
No Verão: Os ventos da monção trazem fortes chuvadas. A terra aquece muito mais depressa que o oceano, causando a subida do ar quente e criando uma ampla zona de baixa pressão. O ar húmido e frio do oceano é atraído, trazendo ventos quentes de sudoeste. Quando o ar húmido atinge os Himalaias, formam-se nuvens que produzem uma intensa precipitação, capaz de provocar inundações.
                                    
No Inverno: Os ventos da monção no Sul asiático trazem condições muito mais secas, frias e límpidas. Como o mar arrefece muito mais depressa que a terra, a baixa pressão e as nuvens formam-se sobre o oceano, “puxando” o ar frio e seco das montanhas para a região. Estes ventos da monção de inverno sopram de nordeste.
Fonte: quero saber Outubro 2010

sábado, 15 de setembro de 2012

Tipos de vulcões.


O vulcanismo pode assumir a forma de picos ou planaltos

Escudo
Vulcões amplos e quase planos formados por lava que escorre lentamente (Mauna Loa, Havai).
Cone de escórias
Pequenos vulcões de uma só chaminé compostos por rocha vulcânica desfeita e cinzas (Paricutín, México).  
Estrato-vulcão
Vulcões altos, com declives acentuados, compostos por camadas alternadas de lava arrefecida e piroclastos (Monte Fuji, Japão).
Fissura
Campos de lava quase planos que emergem de longas fissuras em zonas de rifte (Las Pilas, Nicarágua).

Fonte: quero saber Outubro 2010