quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O "lixo" do ADN afinal serve para diagnosticar e prevenir doenças

Plantas incríveis



1.      Carnívora – Insectívora.
Famosa devoradora de insectos, a Nephentes attenboroughii! (sim de David attenborough!) digere as presas com poderosas enzimas. [ver artigo].

2.      Noctívaga – Dama da noite.
Cultivada pelo seu intenso perfume, as flores desta orquídea fecham-se de dia e abrem á noite.
3.      Sensitiva – Dormideira.
A Mimosa pudica reage ao toque, luz ou calor, devido a uma queda de pressão nas suas células. As folhas enrolam-se e o caule tomba.

ü  A sequóia é a maior espécie vegetal e o organismo vivo mais alto do mundo.
Fonte: quero saber Outubro 2010

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Recolher e separar o carbono


Saiba como podemos captar CO2 da atmosfera e armazena-la no subsolo.
O dióxido de carbono (CO2) é um dos gases de efeito de estufa que aprisiona algum calor do Sol para assegurar a vida na Terra. Uma acumulação destes gases, contudo, pode conduzir a um aumento gradual da temperatura terrestre. A maioria das emissões de CO2 causadas pelo Homem provém de fábricas e centrais de energia que queimam combustíveis fósseis; capturar a poluição na fonte e transportá-las, através de condutas, até reservatórios subterrâneos é uma solução – e está a ser colocada em prática através de um processo chamado captação e armazenamento de carbono.
Primeiro, o CO2 tem de ser recolhido e separado dos outros gases. Existem 3 formas de o fazer: A pós-combustão, que envolve a recuperação de co2 após a queima de combustível e pode ser adoptada por qualquer fábrica (basta adicionar um filtro á chaminé); a pré-combustão, que aprisiona o gás antes de o combustível fóssil ser queimado e misturado com outros gases de combustão; e a oxicombustão, que queima o combustível em oxigénio, em vez de ar, produzindo uma emissão de vapor de água e CO2, mais fácil de separar e transportar.
Depois, o Co2 é transportado para depósitos subterrâneos ou subaquáticos naturais. Para o armazenar em segurança, o ideal são os campos petrolíferos a de gás abaixo da superfície terrestre ou os aquíferos salinos (rochas subterrâneas porosas cheias de água salgada).
Condutas O Co2 pode ser transportado, de forma segura, de fábricas para depósitos subterrâneos naturais. 
Recuperação petrolífera A injecção de Co2 indesejado em campos petrolíferos pode aumentar a quantidade de crude produzido.
Metano Armazenar Co2 em jazigos carboníferos liberta metano, que pode ser usado como fonte energética.
Aquífero Os lençóis freáticos profundos são ideais para armazenar CO2. 
Fonte: quero saber Outubro 2010

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Foto indiscretíssima ganha prêmio de “fotografia científica”


A primeira foto de baleias corcundas copulando foi feita por Edwards na costa de Tonga (um arquipélago e um reino na Oceania), em 2010. Ele conta que primeiro viu um bando de machos competindo em uma batalha de força e resistência.Jason Edwards ganhou pela segunda vez o Prêmio Eureka de Fotografia Científica, com esta fotografia de um par de baleias jubarte (Megaptera novaeangliae) copulando.
O macho vitorioso então copulou com a fêmea, cutucando seus flancos com suas nadadeiras peitorais e prendendo-a a si durante o ato.
Ainda segundo Edwards, em reportagem ao The Daily Telegraph (Austrália), o abraço foi breve: durou só 30 segundos, e depois a fêmea soltou bolhas pela boca, em vez doespiráculo. Ainda não se sabe por que ela fez tal gesto incomum, mas pode ter sido um sinal para o macho de que sua tarefa estava cumprida e era hora de se mandar.
O Prêmio Eureka é concedido anualmente pelo Museu Australiano para o reconhecimento da excelência em ciência e comunicação científica na Austrália.[NewScientist]
Fonte: Hypescience

Concurso fotográfico revela surpreendentes e emocionantes imagens da natureza


As imagens selecionadas são algumas das mais belas fotografias inscritas no concurso Veolia Environnement Wildlife Photographer of the Yeardeste ano.Algumas das fotos abaixo irão te emocionar. Outras, chocar. Sentimentos diversos podem surgir quando nos deparamos com imagens incríveis que mostram a beleza – e brutalidade – da natureza.

O concurso é aberto a fotógrafos profissionais e amadores. Basta vontade de clicar momentos raros e deslumbrantes da natureza.
Um tigre e seus filhotes entre os turistas em um mosteiro budista na Tailândia. O local é conhecido como Tiger Temple
Uma águia estava comendo uma carcaça quando uma raposa roubou seu lanche. O momento inusitado aconteceu no Sinite Kamani National Park, na Bulgária
Um grupo de crianças no nordeste do Moçambique, na África, prende um babuíno amarelo aterrorizado, que tenta se libertar de suas amarras
Esse morcego resolveu se refrescar no lago. A fotografia está sendo muito elogiada e faz parte da categoria “espécies ameaçadas de extinção”
As 100 fotos mais incríveis foram selecionadas entre mais de 48 mil inscrições de 98 países. Nelas, momentos secretos da natureza são combinados com o olhar talentoso dos fotógrafos.
A imagem incrivelmente simétrica mostra duas guepardos olhando o horizonte
Dois insetos parecem se beijar. Mas não se engane: na realidade eles estão em um combate antes de voar para acasalar com as fêmeas vizinhas
Já imaginou encontrar uma família dessas na praia?
Esse ratinho resolveu fazer um lanchinho no meio da noite
A belíssima Ilha Eigg, na Escócia, é uma pequena joia no meio do mar
Cerca de 30 imagens farão parte de uma exposição no Museu de História Natural e Mundial da BBC, em Londres. Os vencedores serão nomeados em outubro. Vai ser difícil escolher qual é a foto mais fantástica! [DailyMailThe Guardian]
Fonte: Hypescience

Investigadores propõem técnica para diminuir intensidade de furacões


Aumentar quantidade de nuvens aumenta reflexo da luz solar e 

arrefece superfície dos oceanos

2012-08-28

Os furacões formam-se nos oceanos
Os furacões formam-se nos oceanos
Uma equipa de cientistas propõe-se pulverizar nuvens (cloud seeding) para diminuir a temperatura superficial do mar onde se formam os furacões. Num artigo publicado na«Atmospheric Science Letters», os investigadores afirmam que a técnica poderá reduzir a intensidade dos furacões.
A equipa centrou-se na relação entre a temperatura à superfície do mar e a energia associada com o potencial destrutivo dos furacões. Em vez de se pulverizar as nuvens da tempestade ou do furacão directamente, a ideia é pulverizar as nuvens Stratocumulus marinhas (que cobrem uma quarta parte dos oceanos do mundo) para evitar a formação dos furacões.  

Os furacões obtêm a sua energia a partir do calor que existe nas águas superficiais do oceano”, explica Alan Gadian, da Universidade de Leeds. “Se formos capazes de aumentar a quantidade de luz solar que é reflectida pelas nuvens acima da região onde se desenvolvem os furacões, então haverá menos energia para os alimentar”.
Os autores propõem a utilização de uma técnica conhecida como Marine Cloud Brightening (MCB). A ideia é pulverizar com veículos não tripulados gotas de água do mar, uma boa parte das quais se transformaria em nuvens, aumentando assim a humidade e, portanto, também a reflectividade. Desta forma, é luz é reflectida de volta ao espaço o que reduz a temperatura da superfície marinha.
Pelos cálculos efectuados, que se baseiam no modelo de clima HadGEM1, a técnica poderá reduzir o poder dos furacões em desenvolvimento numa categoria.
Os dados mostram que nas últimas três décadas a intensidade dos furacões no Atlântico Norte, na Índia e no Oceano Pacífico aumentou. “Simulámos o impacto da pulverização nestas três áreas, com ênfase nos meses de Agosto, Setembro e Outubro, época em que se concentram os furacões no Atlântico”.
Uma desvantagem desta técnica é o impacto que pode em termos de precipitação nas regiões vizinhas. A equipa admite que a pulverização no Atlântico poderia dar lugar a uma redução significativa das precipitações na bacia do Amazonas e em outros lugares.
É necessário fazer mais investigação e sabemos que a pulverização de nuvens não deve implementar-se até estarmos seguros de que não haverá consequências adversas em relação à precipitação”, conclui Gadian. Se os nossos cálculos estiverem correctos, a técnica poderá ser de grande valor para reduzir o poder destrutivo dos furacões.
Fonte: ciência hoje