Fonte: Super interessante
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Plantas e árvores avós:
A lagartixa da Serra da Estrela:
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Esquilos dos bosques Europeus:
Fonte: Super interessante
O primata gibão-comum:
Fonte: Super interessante
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Câmara de Torres Vedras chumba projecto de aterro para resíduos industriais não-perigosos
13.09.2011
O presidente da Câmara de Torres Vedras anunciou ontem que vai propor a suspensão do processo de alteração do Plano Director Municipal para inviabilizar a instalação de um aterro de resíduos industriais na freguesia de A-dos-Cunhados.
Depois de ter recebido o estudo de avaliação de impacte ambiental que a autarquia encomendou à Universidade Nova de Lisboa, Carlos Miguel revelou à agência Lusa que "a câmara não vai aceitar o empreendimento para o concelho".
O autarca leva hoje uma proposta à votação do executivo municipal no sentido de "não prosseguir" com o procedimento de reclassificação do solo, iniciado em Abril, para os 17 hectares de terra previstos para instalação do aterro.
O estudo ambiental concluiu que "poderão ser geradas emissões que poderão causar incómodo às populações", diz Carlos Miguel. Por outro lado, "é previsível a produção de odores, em especial na descarga e armazenamento de resíduos, que poderão trazer incómodo - o que não deverá deixar de ser considerado um problema de saúde". Coordenado por Maria da Graça Martinho e com a participação de vários especialistas, entre os quais o ambientalista Francisco Ferreira, o documento descarta, no entanto, a hipótese de produção de emissões atmosféricas perigosas. Para o presidente da câmara, os prejuízos da instalação da infra-estrutura - um investimento de 10 milhões de euros da empresa espanhola Befesa que iria criar 30 postos de trabalho - iriam ser superiores aos benefícios.
Um grupo de cidadãos entregou também ontem uma petição com sete mil assinaturas contra o aterro. Os subscritores alertam para a existência de habitações a 500 metros do local para onde estava prevista a infra-estrutura. Por outro lado, o aterro iria ficar "sobre a falha sísmica Torres Vedras - Montejunto" e "sobre o sistema aquífero de Torres Vedras", o que colocaria "em risco os solos e as águas".
Os adversários do projecto apontam ainda para problemas decorrentes da passagem de mais de meio milhar de camiões por mês. Tendo em conta que os ventos dominantes apontam para a cidade de Torres Vedras, a dois quilómetros, o movimento defende que seria expectável um "acréscimo de poeiras" na cidade, trazendo por isso riscos para a saúde pública, com o aumento de problemas respiratórios e doenças cardiovasculares. O projecto previa a instalação de um aterro de resíduos não-perigosos, um aterro de resíduos inertes, uma unidade de classificação e outra de tratamento de resíduos não-perigosos.
Fonte: Público
Depois de ter recebido o estudo de avaliação de impacte ambiental que a autarquia encomendou à Universidade Nova de Lisboa, Carlos Miguel revelou à agência Lusa que "a câmara não vai aceitar o empreendimento para o concelho".
O autarca leva hoje uma proposta à votação do executivo municipal no sentido de "não prosseguir" com o procedimento de reclassificação do solo, iniciado em Abril, para os 17 hectares de terra previstos para instalação do aterro.
O estudo ambiental concluiu que "poderão ser geradas emissões que poderão causar incómodo às populações", diz Carlos Miguel. Por outro lado, "é previsível a produção de odores, em especial na descarga e armazenamento de resíduos, que poderão trazer incómodo - o que não deverá deixar de ser considerado um problema de saúde". Coordenado por Maria da Graça Martinho e com a participação de vários especialistas, entre os quais o ambientalista Francisco Ferreira, o documento descarta, no entanto, a hipótese de produção de emissões atmosféricas perigosas. Para o presidente da câmara, os prejuízos da instalação da infra-estrutura - um investimento de 10 milhões de euros da empresa espanhola Befesa que iria criar 30 postos de trabalho - iriam ser superiores aos benefícios.
Um grupo de cidadãos entregou também ontem uma petição com sete mil assinaturas contra o aterro. Os subscritores alertam para a existência de habitações a 500 metros do local para onde estava prevista a infra-estrutura. Por outro lado, o aterro iria ficar "sobre a falha sísmica Torres Vedras - Montejunto" e "sobre o sistema aquífero de Torres Vedras", o que colocaria "em risco os solos e as águas".
Os adversários do projecto apontam ainda para problemas decorrentes da passagem de mais de meio milhar de camiões por mês. Tendo em conta que os ventos dominantes apontam para a cidade de Torres Vedras, a dois quilómetros, o movimento defende que seria expectável um "acréscimo de poeiras" na cidade, trazendo por isso riscos para a saúde pública, com o aumento de problemas respiratórios e doenças cardiovasculares. O projecto previa a instalação de um aterro de resíduos não-perigosos, um aterro de resíduos inertes, uma unidade de classificação e outra de tratamento de resíduos não-perigosos.
Fonte: Público
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Técnica inédita para diagnóstico de doenças em plantas
Método pode auxiliar em certificação fitossanitária na agricultura
Foi recentemente aplicada, no Centro de Engenharia Biológica (CEB) da Universidade do Minho (UMinho), uma técnica identificadora de fungos patogénicos em plantas, com potencialidades para ser utilizada em animais e humanos. Esta inovação permitirá também obter os resultados de diagnóstico de dois a cinco minutos, ao contrário dos actuais trinta dias de espera, identificando o agente fitopatogénico da doença com eficiência.
O método foi testado pelos investigadores do CEB Cledir Santos e Nelson Lima, também responsável da Micoteca da UMinho, e por Aires Ventura, director científico do INCAPER - Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rurale professor da Universidade Federal do Espírito Santo, ambos no Brasil.
2011-09-13

Nelson Lima, Aires Ventura e Cledir Santos
(da esquerda para a direita).
(da esquerda para a direita).
O método foi testado pelos investigadores do CEB Cledir Santos e Nelson Lima, também responsável da Micoteca da UMinho, e por Aires Ventura, director científico do INCAPER - Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rurale professor da Universidade Federal do Espírito Santo, ambos no Brasil.
Esta técnica traz muitas vantagens para a área da fitopatologia (ciência que estuda as doenças das plantas), já que acelera o processo de análise dos exames e, consequentemente, o diagnóstico com suspeita de infecção por fungos, aumentando as probabilidades de tratamento.
A rapidez no resultado só é possível com a utilização de um espectrómetro denominado MALDI-TOF MS, que foi disponibilizado pela Micoteca da UMinho e pelo CEB. No sector da agricultura, este método pode auxiliar na certificação fitossanitária de mudas e frutas, evitando a introdução e disseminação de doenças.
Os testes foram desenvolvidos a partir de amostras de diferentes cultivares de abacaxi infectadas pelo fungo“Fusarium” e que já tinham sido avaliadas nos laboratórios do INCAPER. Os resultados vão ser publicados, ainda este ano, numa reconhecida revista internacional da especialidade.
A parceria da UMinho com o INCAPER e o Núcleo de Biotecnologia da Universidade Federal do Espírito Santo tem permitido que sejam obtidas novas informações sobre a eficiência da técnica de MALDI-TOF MS quando aplicada à fitopatologia, especialmente no caso da interacção patógeno-planta.
A rapidez no resultado só é possível com a utilização de um espectrómetro denominado MALDI-TOF MS, que foi disponibilizado pela Micoteca da UMinho e pelo CEB. No sector da agricultura, este método pode auxiliar na certificação fitossanitária de mudas e frutas, evitando a introdução e disseminação de doenças.
Os testes foram desenvolvidos a partir de amostras de diferentes cultivares de abacaxi infectadas pelo fungo“Fusarium” e que já tinham sido avaliadas nos laboratórios do INCAPER. Os resultados vão ser publicados, ainda este ano, numa reconhecida revista internacional da especialidade.
A parceria da UMinho com o INCAPER e o Núcleo de Biotecnologia da Universidade Federal do Espírito Santo tem permitido que sejam obtidas novas informações sobre a eficiência da técnica de MALDI-TOF MS quando aplicada à fitopatologia, especialmente no caso da interacção patógeno-planta.
Fonte: ciência hoje
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