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domingo, 16 de setembro de 2012

Monções


Sistemas de vento que se invertem sazonalmente e alteram radicalmente o clima das regiões subtropicais
As monções são sistemas de ventos que ocorrem em regiões tropicais e subtropicais a sul, sudeste e este das grandes massas de terra do hemisfério norte. A direcção do vento predominante e as condições nestas regiões invertem-se no Verão e no Inverno.
Onde? Os maiores sistemas de monções são o Ásio-australiano e o do Oeste Africano.

Condições sazonais no Sul da Ásia
No Verão: Os ventos da monção trazem fortes chuvadas. A terra aquece muito mais depressa que o oceano, causando a subida do ar quente e criando uma ampla zona de baixa pressão. O ar húmido e frio do oceano é atraído, trazendo ventos quentes de sudoeste. Quando o ar húmido atinge os Himalaias, formam-se nuvens que produzem uma intensa precipitação, capaz de provocar inundações.
                                    
No Inverno: Os ventos da monção no Sul asiático trazem condições muito mais secas, frias e límpidas. Como o mar arrefece muito mais depressa que a terra, a baixa pressão e as nuvens formam-se sobre o oceano, “puxando” o ar frio e seco das montanhas para a região. Estes ventos da monção de inverno sopram de nordeste.
Fonte: quero saber Outubro 2010

sábado, 15 de setembro de 2012

Tipos de vulcões.


O vulcanismo pode assumir a forma de picos ou planaltos

Escudo
Vulcões amplos e quase planos formados por lava que escorre lentamente (Mauna Loa, Havai).
Cone de escórias
Pequenos vulcões de uma só chaminé compostos por rocha vulcânica desfeita e cinzas (Paricutín, México).  
Estrato-vulcão
Vulcões altos, com declives acentuados, compostos por camadas alternadas de lava arrefecida e piroclastos (Monte Fuji, Japão).
Fissura
Campos de lava quase planos que emergem de longas fissuras em zonas de rifte (Las Pilas, Nicarágua).

Fonte: quero saber Outubro 2010

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O que são vulcões


Os vulcões são pontos raros na crusta terrestre em que rocha derretida (magma) é cuspida sob a forma de lava, muitas vezes acompanhadas de gás e detritos geológicos sobreaquecidos. Os geólogos vêem os vulcões como sinais exteriores da teoria das placas tectónicas, segundo a qual a crusta se encontra fragmentada em 15 placas oceânicas e continentais que divergem, convergem e deslizam umas sob as outras.
Cerca de 400 dos 500 vulcões activos conhecidos ficam sobre zonas de subducção, locais onde uma placa oceânica se desloca para baixo de outra placa oceânica ou continental. O Anel de Fogo, área sísmica que circunda o oceano Pacífico, inclui zonas de subducção extremamente activas. Num vulcão associado a uma zona de subducção, o magma forma-se entre 100 a 200km abaixo da superfície, quando água e dióxido de carbono passam pela plataforma oceânica que se está a afundar, baixando o ponto de fusão da rocha circundante. Este magma fresco, mais leve que a rocha sólida, infiltra-se e sobe através de fissuras na crusta, explodindo à superfície, quando gases presos no magma conseguem escapar.  
Os vulcões em zona de rifte formam-se ao longo dos bordos de duas placas divergentes. A dorsal médio- atlântica, que separa as placas da América do Norte e África, é uma dessas zonas de separação. À medida que as placas se afastam, o magma escapa-se através de centenas ou milhares de pequenos vulcões para preencher as fendas criando um novo leito oceânico.
Longe das fendas das placas tectónicas estão 5% dos vulcões, nos chamados pontos quentes. São alimentados por fontes profundas de magma, bombeado para a superfície através de poderosas correntes de convecção no manto liquido. A fonte mantém-se fixa enquanto as placas se deslocam e o resultado é muitas vezes um cordão de vulcões, como as ilhas do Havai.
Fonte: quero saber Outubro 2010

sábado, 8 de setembro de 2012

Anatomia de um vulcão:


·         Chaminé vulcânica
A coluna de magma sobe pela chaminé do vulcão. Com o tempo, a erosão do cone vulcânico pode expor a rocha consolidada sob a forma de pináculo.
·         Respiradouros
Um vulcão também pode expelir lava pelos flancos, não apenas pela cratera. Os respiradouros desviam o magma da chaminé central, aumentando novas correntes de lava.
·         Cratera
As crateras têm várias chaminés que expelem lava e detritos. Quando uma explosão violenta causa um desabamento, forma-se uma caldeira - uma cratera com vários quilómetros de diâmetro.
·         Brasas, rochas e bombas
Durante as erupções, os vulcões podem expelir vários tipos de materiais incluindo, cinzas, brasas, blocos de rochas e até bombas vulcânicas – pedaços de lava que se solidificam antes de chegar ao solo.
·         Camadas
Num extracto vulcão vão-se depositando camadas alternadas de lava arrefecida e piroclastos, ao longo dos séculos. Outros tipos de vulcões são apenas formados apenas por lava e acumulações de cinzas.
Fonte: quero saber Outubro 2010

Erupções vulcânicas


Quente, quente, quente…
A temperatura da lava pode variar entre 700 e 1300 graus Celsius
trabalho de geografia_ vulcões em erupçãoEspectacular
Embora mortífera, uma erupção vulcânica é uma das visões mais impressionantes da natureza. [video] WEB
Fonte: quero saber Outubro 2010

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Os maiores vulcões




 O maior – Mauna Loa

Localização: Havai, EUA
Altura: Elevando-se a mais de a mais de 4 km acima do nível do mar, o cume do Mauna Loa encontra-se a 17 km da sua base submarina! (O vulcão ocupa um volume de 80.000 km³.)
Última erupção: Em 1984, após uma série de sismos, o Mauna Loa verteu correntes de lava durante 3 semanas, ameaçando a cidade costeira de Hilo.
A maior erupção – Tambora
Localização: Sumbawa, Indonésia.
Altura: 2.859m (4.000 até 1815)
Última erupção: A erupção de 1815 foi a maior alguma vez registada: expeliu 150 vezes mais cinza que o Monte Santa Helena e criou um ano sem Verão em todo o mundo. Mais de 90.000 pessoas morreram, sobretudo de fome e doença.
O mais mortal – Nevado del Ruiz
Localização: Colômbia
Altura: 5.321 metros
Última erupção: Em 1985, uma erupção vulcânica relativamente pequena derreteu uma espessa calota de gelo, criando uma lahar (torrente de lava) que desceu sobre a aldeia de Armero. Uma parede de água e lava com de 30 metros matou mais de 20 mil.

O gigante Islandês
Com uma cratera de 3 por 4 quilómetros de diâmetro o Eyjafjallajökull fez história na Primavera deste ano  (2010) não pelas suas dimensões mas por ter o muito concorrido espaço aéreo europeu no caos. A erupção até foi relativamente pequena, mas por correr por baixo de uma calota glaciar, gerou enormes quantidades de cinza.
Fonte: quero saber Outubro 2010

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Recolher e separar o carbono


Saiba como podemos captar CO2 da atmosfera e armazena-la no subsolo.
O dióxido de carbono (CO2) é um dos gases de efeito de estufa que aprisiona algum calor do Sol para assegurar a vida na Terra. Uma acumulação destes gases, contudo, pode conduzir a um aumento gradual da temperatura terrestre. A maioria das emissões de CO2 causadas pelo Homem provém de fábricas e centrais de energia que queimam combustíveis fósseis; capturar a poluição na fonte e transportá-las, através de condutas, até reservatórios subterrâneos é uma solução – e está a ser colocada em prática através de um processo chamado captação e armazenamento de carbono.
Primeiro, o CO2 tem de ser recolhido e separado dos outros gases. Existem 3 formas de o fazer: A pós-combustão, que envolve a recuperação de co2 após a queima de combustível e pode ser adoptada por qualquer fábrica (basta adicionar um filtro á chaminé); a pré-combustão, que aprisiona o gás antes de o combustível fóssil ser queimado e misturado com outros gases de combustão; e a oxicombustão, que queima o combustível em oxigénio, em vez de ar, produzindo uma emissão de vapor de água e CO2, mais fácil de separar e transportar.
Depois, o Co2 é transportado para depósitos subterrâneos ou subaquáticos naturais. Para o armazenar em segurança, o ideal são os campos petrolíferos a de gás abaixo da superfície terrestre ou os aquíferos salinos (rochas subterrâneas porosas cheias de água salgada).
Condutas O Co2 pode ser transportado, de forma segura, de fábricas para depósitos subterrâneos naturais. 
Recuperação petrolífera A injecção de Co2 indesejado em campos petrolíferos pode aumentar a quantidade de crude produzido.
Metano Armazenar Co2 em jazigos carboníferos liberta metano, que pode ser usado como fonte energética.
Aquífero Os lençóis freáticos profundos são ideais para armazenar CO2. 
Fonte: quero saber Outubro 2010

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Concurso fotográfico revela surpreendentes e emocionantes imagens da natureza


As imagens selecionadas são algumas das mais belas fotografias inscritas no concurso Veolia Environnement Wildlife Photographer of the Yeardeste ano.Algumas das fotos abaixo irão te emocionar. Outras, chocar. Sentimentos diversos podem surgir quando nos deparamos com imagens incríveis que mostram a beleza – e brutalidade – da natureza.

O concurso é aberto a fotógrafos profissionais e amadores. Basta vontade de clicar momentos raros e deslumbrantes da natureza.
Um tigre e seus filhotes entre os turistas em um mosteiro budista na Tailândia. O local é conhecido como Tiger Temple
Uma águia estava comendo uma carcaça quando uma raposa roubou seu lanche. O momento inusitado aconteceu no Sinite Kamani National Park, na Bulgária
Um grupo de crianças no nordeste do Moçambique, na África, prende um babuíno amarelo aterrorizado, que tenta se libertar de suas amarras
Esse morcego resolveu se refrescar no lago. A fotografia está sendo muito elogiada e faz parte da categoria “espécies ameaçadas de extinção”
As 100 fotos mais incríveis foram selecionadas entre mais de 48 mil inscrições de 98 países. Nelas, momentos secretos da natureza são combinados com o olhar talentoso dos fotógrafos.
A imagem incrivelmente simétrica mostra duas guepardos olhando o horizonte
Dois insetos parecem se beijar. Mas não se engane: na realidade eles estão em um combate antes de voar para acasalar com as fêmeas vizinhas
Já imaginou encontrar uma família dessas na praia?
Esse ratinho resolveu fazer um lanchinho no meio da noite
A belíssima Ilha Eigg, na Escócia, é uma pequena joia no meio do mar
Cerca de 30 imagens farão parte de uma exposição no Museu de História Natural e Mundial da BBC, em Londres. Os vencedores serão nomeados em outubro. Vai ser difícil escolher qual é a foto mais fantástica! [DailyMailThe Guardian]
Fonte: Hypescience

Investigadores propõem técnica para diminuir intensidade de furacões


Aumentar quantidade de nuvens aumenta reflexo da luz solar e 

arrefece superfície dos oceanos

2012-08-28

Os furacões formam-se nos oceanos
Os furacões formam-se nos oceanos
Uma equipa de cientistas propõe-se pulverizar nuvens (cloud seeding) para diminuir a temperatura superficial do mar onde se formam os furacões. Num artigo publicado na«Atmospheric Science Letters», os investigadores afirmam que a técnica poderá reduzir a intensidade dos furacões.
A equipa centrou-se na relação entre a temperatura à superfície do mar e a energia associada com o potencial destrutivo dos furacões. Em vez de se pulverizar as nuvens da tempestade ou do furacão directamente, a ideia é pulverizar as nuvens Stratocumulus marinhas (que cobrem uma quarta parte dos oceanos do mundo) para evitar a formação dos furacões.  

Os furacões obtêm a sua energia a partir do calor que existe nas águas superficiais do oceano”, explica Alan Gadian, da Universidade de Leeds. “Se formos capazes de aumentar a quantidade de luz solar que é reflectida pelas nuvens acima da região onde se desenvolvem os furacões, então haverá menos energia para os alimentar”.
Os autores propõem a utilização de uma técnica conhecida como Marine Cloud Brightening (MCB). A ideia é pulverizar com veículos não tripulados gotas de água do mar, uma boa parte das quais se transformaria em nuvens, aumentando assim a humidade e, portanto, também a reflectividade. Desta forma, é luz é reflectida de volta ao espaço o que reduz a temperatura da superfície marinha.
Pelos cálculos efectuados, que se baseiam no modelo de clima HadGEM1, a técnica poderá reduzir o poder dos furacões em desenvolvimento numa categoria.
Os dados mostram que nas últimas três décadas a intensidade dos furacões no Atlântico Norte, na Índia e no Oceano Pacífico aumentou. “Simulámos o impacto da pulverização nestas três áreas, com ênfase nos meses de Agosto, Setembro e Outubro, época em que se concentram os furacões no Atlântico”.
Uma desvantagem desta técnica é o impacto que pode em termos de precipitação nas regiões vizinhas. A equipa admite que a pulverização no Atlântico poderia dar lugar a uma redução significativa das precipitações na bacia do Amazonas e em outros lugares.
É necessário fazer mais investigação e sabemos que a pulverização de nuvens não deve implementar-se até estarmos seguros de que não haverá consequências adversas em relação à precipitação”, conclui Gadian. Se os nossos cálculos estiverem correctos, a técnica poderá ser de grande valor para reduzir o poder destrutivo dos furacões.
Fonte: ciência hoje

sábado, 25 de agosto de 2012

Brasil: Cientistas criam plantas resistentes à seca


Segunda-feira, 20 de Agosto de 2012

Brasil: Cientistas criam plantas resistentes à seca

Um grupo de investigadores brasileiros está a estudar, em laboratório, plantas transgénicas capazes de resistir a longos períodos de seca. O objetivo é encontrar uma resposta para as crescentes preocupações motivadas pelas alterações climáticas.
 
Em declarações à Lusa, um dos investigadores, Eduardo Romano, explicou que o projeto começou a partir da pesquisa do genoma da planta do café. "Nesse estudo, que contou com mais de 100 investigadores, identificámos os 30 mil genes do café e, a partir daí, cada grupo passou a pesquisar uma caraterística específica", contou, acrescentando que o seu grupo ficou incumbido de estudar os genes associados à resistência à seca.
 
Depois de identificado o gene responsável, os cientistas isolaram-no e testaram-no numa planta-modelo, a Arabidopsis thaliana, uma espécie idêntica à mostarda. "As plantas que receberam o gene sobreviveram 40 dias sem água, enquanto as que não o receberam morreram após 15 dias sem água", revelou o investigador, integrado na equipa científica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agrícola (Embrapa), que está a desenvolver o projeto.
 
Uma vez que os resultados obtidos nas primeiras experiências foram animadores, a equipa vai agora testar a descoberta em cinco culturas comerciais, entre as quais as dos principais produtos de exportação brasileira: cana-de-açúcar, soja, arroz, trigo e algodão.

Plantas não deverão causar alergias
 
Segundo Eduardo Romano, o gene especial já foi administrado a exemplares dessas cinco espécies, que estão atualmente a ser observadas em laboratório. Após o nascimento das primeiras plantas transgénicas, as sementes serão novamente testadas em laboratório para, posteriormente, a partir de uma seleção das melhores amostras, se dar início aos testes no terreno.
 
"Acreditamos que num ano e meio já teremos os resultados da experiência em todas as culturas", avança o investigador, que desvendou que, a par dos estudos de viabilidade do gene da resistência à seca, a equipa está igualmente a realizar testes toxicológicos para garantir que os produtos resultantes das culturas transgénicas serão seguros para consumo.
 
Eduardo Romano garantiu que já foi possível comprovar que as variedades geneticamente modificadas em estudo não serão propensas a causar alergias. "Ao longo do desenvolvimento do produto vamos fazendo vários testes. Por exemplo, já vimos que essa proteína não é propensa a causar alergia", afirmou, esclarecendo que a conclusão foi retirada por meio de comparação com um banco de dados da Organização da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO).
 
Atualmente a seca é um dos maiores problemas da agricultura em todo o mundo tendo levado até, há pouco tempo, a que a FAO dirigisse aos EUA um pedido oficial no sentido de abandonar temporariamente a sua produção de biocombustível a partir do milho, cujas culturas estão muito ameaçadas.
Fonte: Boas noticias.pt

domingo, 19 de agosto de 2012

Do outro mundo?



Estes estranhos vulcões nevados parecem vindos de outro planeta.
Na verdade, encontram-se na Ilha das Quatro Montanhas, no arquipélago dos Aleutas, no Alasca, e foram “apanhados” pela câmara ASTER (Advanced Spaceborn Thermal Emission and Reflection Radiometer), a bordo do satélite Terra da NASA. É nesta ilha que se encontra o inquieto Monte Cleveland, um vulcão actualmente activo e que está sob observação, para se perceber se emite cinzas que possam afectar os voos do norte dos EUA.
Fonte: quero saber Outubro 2010

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Ursos polares são muito mais velhos do que se pensava


Comparação de sequências de DNA possibilita a descoberta

2012-07-25


Os ursos polares vivem na Terra há mais de quatro milhões de anos (Crédito: Susanne Miller, U.S. Fish and Wildlife Service)




Os ursos polares vivem no planeta Terra há quatro ou cinco milhões de anos, e não há 150 mil, como se pensava até há pouco tempo. A descoberta surgiu de uma investigação liderada pelo biólogo Webb Miller, da Universidade Penn State, nos EUA, que chegou a esta conclusão depois de utilizar um novo método de análise genómica, que compara sequências de ADN de ursos polares actuais com ursos castanhos e pretos.

estudo, que analisou também fragmentos de um dente de um urso polar com 120 mil anos, tinha como objectivo inicial perceber de que forma esta espécie lida com as alterações climáticas.

Os resultados demonstraram que estes ursos passaram por muitas mudanças climáticas extremas no passado, aumentando e reduzindo a população, respectivamente, quando o clima era mais frio ou quente.
Mais tarde, os cientistas concluíram que, pelos marcadores genéticos das características do urso polar (pêlo branco e capacidade para armazenar gordura), esta espécie está entre nós há quatro ou cinco milhões de anos.

Esta teoria refuta outra que apontava a origem dos ursos polares para a data entre 60 e 600 mil anos atrás. O próprio Webb Miller escreveu um artigo, há três anos, onde afirmava que o número certo seria 150 mil anos.

”Nós mostramos, com base na ponderação da toda sequência de DNA, que as deduções anteriores foram totalmente enganosas”, afirma o biólogo. “Em vez de os ursos polares se terem separado dos ursos castanhos alguns cem mil anos atrás, estimamos que a separação tenha ocorrido de quatro a cinco milhões de anos atrás”.

A investigação sugere que o número de ursos polares se alterou bastante ao longo dos tempos, coincidindo com as principais alterações climáticas que aumentaram ou reduziram a quantidade de gelo de mar Árctico.

A principal conclusão do estudo, por outro lado, afirma que os ursos polares já sobreviveram a épocas mais quentes, mas isso não quer dizer que consigam fazê-lo novamente. Ou seja, não há certezas sobre o futuro da espécie.
Fonte: Ciência hoje