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sexta-feira, 10 de agosto de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
UE confirma sustentabilidade da pesca portuguesa
Segunda-feira, 09 de Julho de 2012

A frota de pesca portuguesa operou, em 2010, num regime sustentável tanto do ponto de vista biológico como do ponto de vista económico. As conclusões são de um relatório da Comissão Europeia divulgado esta segunda-feira.
De acordo com as informações disponibilizadas, o estudo, que incluiu 22 países, pretendia avaliar o equilíbrio entre a capacidade e as possibilidades de pesca na frota nacional.
O estudo conclui que, embora a sobrepesca continue a ser um entrave à pesca sustentável em muitos Estados-membros, Portugal é exceção à regra.
O nosso país alcançou a pontuação máxima, um total de 24 pontos, no que diz respeito aos esforços de sustentabilidade, a par de nações como Chipre, Malta, Eslovénia e Suécia.
No caso específico de Portugal, os indicadores revelaram que foi a preservação dos recursos marinhos foi conseguida graças à redução em 2,4% na capacidade total no que refere à tonelagem e uma redução em 2% a potência em motor dos barcos.
Portugal foi o primeiro país da União Europeia a avançar, em 2010, com a primeira certificação de sustentabilidade aplicada à sardinha, a principal espécie capturada na costa portuguesa.
A certificação partiu da própria indústria pesqueira, através da Associação Nacional das Organizações de Produtores da Pesca do Cerco (ANOP Cerco), a mais representativa do setor, com 120 embarcações.
Para aceder ao relatório clique aqui.
Fonte: boas noticias
De acordo com as informações disponibilizadas, o estudo, que incluiu 22 países, pretendia avaliar o equilíbrio entre a capacidade e as possibilidades de pesca na frota nacional.
O estudo conclui que, embora a sobrepesca continue a ser um entrave à pesca sustentável em muitos Estados-membros, Portugal é exceção à regra.
O nosso país alcançou a pontuação máxima, um total de 24 pontos, no que diz respeito aos esforços de sustentabilidade, a par de nações como Chipre, Malta, Eslovénia e Suécia.
No caso específico de Portugal, os indicadores revelaram que foi a preservação dos recursos marinhos foi conseguida graças à redução em 2,4% na capacidade total no que refere à tonelagem e uma redução em 2% a potência em motor dos barcos.
Portugal foi o primeiro país da União Europeia a avançar, em 2010, com a primeira certificação de sustentabilidade aplicada à sardinha, a principal espécie capturada na costa portuguesa.
A certificação partiu da própria indústria pesqueira, através da Associação Nacional das Organizações de Produtores da Pesca do Cerco (ANOP Cerco), a mais representativa do setor, com 120 embarcações.
Para aceder ao relatório clique aqui.
Fonte: boas noticias
domingo, 8 de julho de 2012
China: Sopa de barbatana de tubarão fora do menu
Quinta-feira, 05 de Julho de 2012
O governo chinês anunciou, esta semana, que vai proibir que seja servida, nos banquetes oficias, sopa de barbatana de tubarão, uma iguaria cara mas muito popular e que tem sido uma das maiores causas do declínio global da população destes animais marinhos.
De acordo com o jornal New York Times, a proibição poderá demorar até três anos a ser posta em prática e ainda não se sabe se terá efeitos generalizados no país, já que, em muitas províncias remotas da China, as ordens de Pequim tendem a ser desrespeitadas.
Ainda assim, a decisão de parar de servir este prato está a ser aplaudida pelos ambientalistas. Andy Cornish, diretor da WWF Hong Kong, defendeu que este "é um passo em frente muito importante", já que "é a primeira vez que o governo do país expressa publicamente a decisão de acabar com a sopa de barbatana de tubarão nos banquetes pagos pelos contribuintes".
Para a organização WildAid, que desenvolveu uma campanha de sensibilização da sociedade chinesa para a necessidade de proteger os tubarões sob o mote "Say No To Shark Fin Soup" ("Diz Não à Sopa de Barbatana de Tubarão"), este é também um motivo de alegria.
Peter Knights, diretor executivo daquela organização, considera que "com este compromisso público, a China emergente como um líder na conservação dos tubarões", nascendo, assim, o "potencial para estabilizar as populações de tubarões e preservar a saúde dos oceanos".
A sopa de barbatana de tubarão, feita a partir das barbatanas desidratadas, adquiriu um estatuto muito importante em várias nações asiáticas. Na China, é considerada uma iguaria indispensável em banquetes para celebrar casamentos, aniversários e eventos estatais.
Porém, em resposta a uma proposta apresentada por um grupo de 30 delegados do Congresso Nacional, o governo acabou por aceitar decretar a proibição.
Fonte: Boas noticias
domingo, 17 de junho de 2012
A horta no Verão
Fonte: ITAU
[Esta publicação é de carácter simbólico]
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Um copo de vinho por dia nem sabe o bem que lhe fazia!
Investigadores
comprovam que bebida reduz risco
de infecção por alimentos contaminados
2012-05-30
Por Susana Lage
A ingestão de vinho
diminui o número de bactérias patogénicas presentes em alimentos contaminados
A Escola Superior de
Biotecnologia (ESB) da Católica Porto tem realizado vários estudos que
demonstram que a ingestão de vinho diminui o número de bactérias patogénicas
presentes em alimentos contaminados.
A investigação em curso revela que a viabilidade dos organismos infecciosos é fortemente afectada quando estes são directamente expostos à acção do vinho devido às propriedades antimicrobianas presentes. Assim, pressupõe-se que a ingestão moderada desta bebida durante a refeição pode contribuir para a diminuição do número de bactérias patogénicas presentes em alimentos contaminados.
A investigação em curso revela que a viabilidade dos organismos infecciosos é fortemente afectada quando estes são directamente expostos à acção do vinho devido às propriedades antimicrobianas presentes. Assim, pressupõe-se que a ingestão moderada desta bebida durante a refeição pode contribuir para a diminuição do número de bactérias patogénicas presentes em alimentos contaminados.
“Concluímos que o vinho exerce uma forte
acção de inactivação dos organismos estudados”, afirma José António Couto ao Ciência Hoje.
Segundo o investigador da ESB, este efeito foi verificado em alimentos contaminados e em condições representativas do sistema gastrointestinal. Experiências realizadas in vitro com Listeria, Campylobacter jejuni e Bacillus cereus revelaram que “o vinho exerce um efeito de inactivação celular significativo, além do efeito do suco gástrico, contribuindo para a diminuição do número de células viáveis de bactérias patogénicas”.
Segundo o investigador da ESB, este efeito foi verificado em alimentos contaminados e em condições representativas do sistema gastrointestinal. Experiências realizadas in vitro com Listeria, Campylobacter jejuni e Bacillus cereus revelaram que “o vinho exerce um efeito de inactivação celular significativo, além do efeito do suco gástrico, contribuindo para a diminuição do número de células viáveis de bactérias patogénicas”.
José António Couto
A taxa e a extensão da inactivação
dependem, no entanto, da matriz alimentar, devido ao conhecido papel de
protecção microbiana conferido por certos componentes dos alimentos.
Além disso, os mecanismos responsáveis pelo efeito antimicrobiano do vinho não estão completamente esclarecidos. Outros trabalhos mostram que este efeito resulta de uma combinação complexa de vários factores/componentes do vinho que actuam de forma sinérgica.
Os investigadores da ESB pretendem agora aprofundar o estudo dos mecanismos responsáveis pela acção antimicrobiana do vinho.
Além disso, “pretendemos avaliar o efeito do vinho sobre os factores de virulência de bactérias patogénicas”, avança José António Couto.
Além disso, os mecanismos responsáveis pelo efeito antimicrobiano do vinho não estão completamente esclarecidos. Outros trabalhos mostram que este efeito resulta de uma combinação complexa de vários factores/componentes do vinho que actuam de forma sinérgica.
Os investigadores da ESB pretendem agora aprofundar o estudo dos mecanismos responsáveis pela acção antimicrobiana do vinho.
Além disso, “pretendemos avaliar o efeito do vinho sobre os factores de virulência de bactérias patogénicas”, avança José António Couto.
Fonte: Ciência hoje
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Economia Verde e os «Campeões da Terra»
Celebra-se hoje o quadragésimo Dia Mundial do Ambiente
A utilização de níveis baixos de carbono, o uso eficiente dos recursos e a inclusão social são as três características da chamada Economia Verde, tema do Dia Mundial do Meio Ambiente (DMMA) de 2012 que hoje se assinala pelo quadragésimo ano consecutivo. O país-sede das comemorações do DMMA deste ano é o Brasil, a quinta nação mais populosa do mundo e que pelas suas características enfrenta alguns dos maiores desafios ambientais. Foram também já conhecidos os vencedores de 2012 dos prémios «Campeões da Terra».
2012-06-05
A utilização de níveis baixos de carbono, o uso eficiente dos recursos e a inclusão social são as três características da chamada Economia Verde, tema do Dia Mundial do Meio Ambiente (DMMA) de 2012 que hoje se assinala pelo quadragésimo ano consecutivo. O país-sede das comemorações do DMMA deste ano é o Brasil, a quinta nação mais populosa do mundo e que pelas suas características enfrenta alguns dos maiores desafios ambientais. Foram também já conhecidos os vencedores de 2012 dos prémios «Campeões da Terra».
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), responsável pela iniciativa, define o conceito de Economia Verde como sendo aquela que promove o bem-estar humano e a equidade social, ao mesmo tempo que reduz de forma significativa os riscos ambientais e a escassez ecológica.
Do ponto de vista prático, explica-se no sítio oficial do evento, a Economia Verde é aquela cujo crescimento de receitas e empregos “é conduzido por investimentos públicos e privados que reduzem as emissões de carbono e a poluição, que aumentam a eficiência dos recursos e da energia e evitam a perda da biodiversidade e dos serviços de ecossistemas”. Esses investimentos “devem ser apoiados por reformas de políticas, alterações nos regulamentos e legislações e direccionamento de despesas públicas”.
Aplicando estes conceitos, a PNUMA distinguiu seis personalidades internacionais com o prémio «Campeões da Terra», pelo seu trabalho em prol do meio ambiente. No âmbito da liderança política foi premiado Tsakhia Elbegdorj, presidente da Mongólia, por ter incluído as questões ambientais como prioritárias na sua política.
No tema Visão Empresarial foram distinguidos o brasileiro Fábio C. Barbosa e Ahmed Al Jaber, dos Emiratos Árabes Unidos, pelos seus esforços em promover as energias renováveis e as tecnologias limpas, respectivamente.
O balonista e médico suíço Bertrand Piccard ganhou a categoria Inspiração e Acção por promover a sensibilização para as possibilidades dos transportes movidos a energias renováveis.
Na categoria Ciência e Inovação o distinguido foi o arqueólogo e historiador Sander Van der Leeuw (Países Baixos), que nas suas investigações aborda a relação histórica do ser humano com a natureza para tentar compreender como actualmente as populações enfrentam as questões ambientais.
Por fim, Samson Parashina, do Quénia, um guerreiro Masai, foi premiado com o Especial Iniciativas Comunitárias por liderar a luta na defesa dos animais selvagens do seu país, nomeadamente no ecossistema Tsavo-Amboseli.
Fonte: Ciência hoje
domingo, 13 de maio de 2012
Vespas invasoras
A vespa vellutina
,
originária da Ásia destrói colmeias de abelhas. Na época de alimentação das
larvas os seus pratos favoritos são fruta madura e abelhas. Apenas 4 ou 5
destas vespas são capazes de destruir colmeias inteiras. Espalham-se com facilidade
(sendo já invasoras em países como França e Espanha) mas morrem em temperaturas
superiores a 45°C enquanto as abelhas podem sobreviver até 55°C.
Um dos seus predadores
naturais é o bútio-vespeiro (Pernis apivorus)
,
uma ave de rapina nidificante estival em território português, que se alimenta
sobretudo de vespas e suas larvas. [o artigo completo será
publicado no blogue em breve]
Fonte: Superinteressante.
sábado, 14 de abril de 2012
Chia: "Superalimento" é dos mais nutritivos do mundo
A chia, uma planta sul-americana, foi acrescentada à lista dos
"superalimentos" que, por si só, trazem inúmeros benefícios para a
saúde. As sementes da chia apresentam níveis elevados de vários antioxidantes além
de minerais, ómega 3 e fibras.
A espécie, também conhecida por "sálvia hispânica L", é
originária do México e pertence à família da menta. Em 100 gramas de sementes
de chia existem 20,7 proteínas (aproximadamente o mesmo que 100 gramas de
carne), 32, 8 gramas de gordura vegetal, 41,2 gramas de fibra, além de
quantidades consideráveis de cálcio, ferro e vitaminas B2, B2 e B3.
Nos últimos anos, de acordo com dados da empresa de marketing
"Mintel", produtos feitos à base de chia explodiram em número no
mercado: em 2006 surgiram sete novos alimentos preparados a partir da planta,
contra os 72 surgidos em 2011.
Planta quase desapareceu durante 500 anos
Planta quase desapareceu durante 500 anos
Christopher McDougall, autor do livro "Born to Run", que relata a
vida de uma tribo mexicana, assegura: "Se tivesse que escolher um alimento
numa ilha deserta, não haveria melhor do que a chia, pelo menos se está
interessado em construir músculo, baixar o colesterol e reduzir os riscos de
doenças cardíacas".
À BBC, um dos coautores do livro "Chia: Rediscovering a Forgotten Crop
of the Aztecs", Wayne Coates afirma: "Detesto chamar-lhe uma comida
milagre porque existem demasiados milagres que no final revelam não o ser, mas
esta é quase". E acrescenta: "Literalmente, poderíamos viver só com
isto porque tem sensivelmente tudo aquilo que é necessário".
O autor escreve que já as tribos astecas adoravam as sementes e usavam-nas
em cerimónias religiosas e com propósitos medicinais. Entretanto, a planta
quase desapareceu durante 500 anos, mantendo-se apenas em algumas
pequenas vilas mexicanas e guatemaltecas.
Chia não é "comprimido mágico"
Chia não é "comprimido mágico"
O conteúdo nutricional da chia, assim como o seu impacto para a saúde,
foram analisados pelo investigador da Universidade Appalachian State, nos EUA,
David Nieman. À BBC, o cientista refere que uma alimentação que inclui chia é
nutricionalmente rica, mas que a planta não é um "comprimido mágico".
Também Elisabeth Weinchselbaum, da Fundação de Nutrição Britânica, sublinhou que "não há uma única comida que possa oferecer tudo o que é necessário", pelo que "a melhor maneira de ser saudável é comer com variedade".
Também Elisabeth Weinchselbaum, da Fundação de Nutrição Britânica, sublinhou que "não há uma única comida que possa oferecer tudo o que é necessário", pelo que "a melhor maneira de ser saudável é comer com variedade".
Fonte: Boas Noticias
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Doenças provocadas por fungos destroem cada vez mais culturas
Biodiversidade e segurança alimentar estão ameaçadas, diz artigo publicado na «Nature»
2012-04-12
O arroz é uma das culturas ameaçadas (foto: Damien Boilley)
O aumento das doenças causadas por fungos está a destruir colheitas que dariam para alimentar milhões de pessoas e ameaça a biodiversidade, revela um estudo publicado na revista científica «Nature». Cientistas da Universidade de Oxford e do Imperial College de Londres estudaram o aumento do número e a gravidade das infecções por fungos sobre a fauna e a flora a partir de meados do século XX.
De acordo com o artigo, o aumento das doenças provocadas por fungos nas plantas e nos animais ameaça a segurança alimentar e a estabilidade dos ecossistemas naturais. As infecções por fungos destroem anualmente 125 milhões de toneladas das cinco principais culturas – arroz, trigo, milho, batata e soja – que proporcionam a maior parte das calorias consumidas.
Se as culturas não fossem destruídas, mais de 600 milhões de pessoas em todo o mundo poderiam ser alimentadas, segundo os cálculos de Matthew Fisher, investigador da Faculdade de Saúde Pública do Imperial College de Londres e principal autor do estudo.
Só nas colheitas de arroz, trigo e milho, os prejuízos causados por fungos ascendem, por ano, a 45,9 mil milhões de euros. Os cientistas, que defendem um maior controlo das infecções fúngicas, alertam que o seu risco para as plantas já ultrapassou o das doenças provocadas por bactérias e vírus.
As infecções por fungos ameaçam também espécies como abelhas, tartarugas marinhas, corais, anfíbios e morcegos. Os peritos britânicos estimam que 70 por cento das extinções de espécies animais e vegetais têm origem numa doença fúngica. Os fungos são responsáveis pela maior perda de biodiversidade documentada até agora, depois de terem infectado aproximadamente 500 espécies de anfíbios em 54 países.
No artigo, os investigadores defendem medidas de prevenção, como o controlo mais apertado do comércio de plantas e produtos animais, assim como mais fundos para investigar métodos que detenham a expansão de algumas infecções endémicas que ainda estão limitadas a uma área geográfica.
Fonte: Ciência hoje
sábado, 10 de março de 2012
Investigação e produção de cogumelos silvestres ganha destaque
Exportação deste tipo de produtos é de grande potencial para o País
Em Oliveira do Hospital está a ser desenvolvido um projecto de investigação e produção de cogumelos silvestres numa parceria entre a Plataforma para o Desenvolvimento da Região Interior Centro (BLC3), a Universidade de Coimbra (UC) e a Voz da Natureza, uma empresa com actividade na área da investigação científica e tecnológica para o desenvolvimento de produtos inovadores.
O projecto implica a criação de um Centro de Micologia Aplicada e vai candidatar-se ao QREN, através do «Compete – Programa Operacional Factores de Competitividade» até final de Março.
2012-03-08
| noticiasdecastelodevide.blogspot.com |
O projecto implica a criação de um Centro de Micologia Aplicada e vai candidatar-se ao QREN, através do «Compete – Programa Operacional Factores de Competitividade» até final de Março.
O objectivo é fomentar, na região interior centro de Portugal, a produção de cogumelos silvestres nativos e investigar as condições para a produção de trufas (fungos do solo que formam cogumelos subterrâneos), cujo preço nos mercados internacionais variam entre os 400 e os 500 euros por quilo.
Segundo o presidente da BLC3, João Nunes, esta região é“particularmente propícia ao desenvolvimento de cogumelos silvestres nativos” e, segundo as investigações que estão a ser desenvolvidas pelo Centro de Ecologia Funcional, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC, tudo indica que também possui excelentes condições para a produção de trufas.
Em Portugal, o potencial industrial, económico e ambiental, associado aos cogumelos silvestres tem sido subvalorizado. “Meia tonelada de uma só espécie de cogumelos, que existe na zona de Oliveira do Hospital, significou em 2011 no mercado de Barcelona um milhão e meio de euros”, exemplifica João Nunes.
Como tal, a exportação deste tipo de produtos mostra ser de grande potencial. Porém, Portugal não apresenta fluxos comerciais significativos nesta área que pode gerar actividades empresariais com elevado retorno económico. Não basta fomentar a produção de algumas espécies nativas de cogumelos silvestres, é também necessário assegurar a sua qualidade e certificação e a sua comercialização.
Assim, avança o responsável da BLC3, o projecto “pretende passar para o nível industrial um sector de grande potencial nesta região”, mas envolvendo todos os potenciais produtores.
Sem afastar a produção de cogumelos em estufas ou outro tipo de estruturas equivalentes, Anabela Marisa Azul, investigadora Centro de Ecologia Funcional da UC, salienta que se pretende também “favorecer a produção natural” e “potenciar esse recurso”. Pretende-se, acima de tudo, continua a cientista, “um tipo de produção integrada e ajustada com o terreno, os solos, a vegetação, o clima e a floresta”.
Trata-se de valorizar um produto no plano económico, mas também de, em simultâneo, proteger a floresta dos incêndios e promover o equilíbrio dos solos.
Segundo o presidente da BLC3, João Nunes, esta região é“particularmente propícia ao desenvolvimento de cogumelos silvestres nativos” e, segundo as investigações que estão a ser desenvolvidas pelo Centro de Ecologia Funcional, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC, tudo indica que também possui excelentes condições para a produção de trufas.
Em Portugal, o potencial industrial, económico e ambiental, associado aos cogumelos silvestres tem sido subvalorizado. “Meia tonelada de uma só espécie de cogumelos, que existe na zona de Oliveira do Hospital, significou em 2011 no mercado de Barcelona um milhão e meio de euros”, exemplifica João Nunes.
Como tal, a exportação deste tipo de produtos mostra ser de grande potencial. Porém, Portugal não apresenta fluxos comerciais significativos nesta área que pode gerar actividades empresariais com elevado retorno económico. Não basta fomentar a produção de algumas espécies nativas de cogumelos silvestres, é também necessário assegurar a sua qualidade e certificação e a sua comercialização.
Assim, avança o responsável da BLC3, o projecto “pretende passar para o nível industrial um sector de grande potencial nesta região”, mas envolvendo todos os potenciais produtores.
Sem afastar a produção de cogumelos em estufas ou outro tipo de estruturas equivalentes, Anabela Marisa Azul, investigadora Centro de Ecologia Funcional da UC, salienta que se pretende também “favorecer a produção natural” e “potenciar esse recurso”. Pretende-se, acima de tudo, continua a cientista, “um tipo de produção integrada e ajustada com o terreno, os solos, a vegetação, o clima e a floresta”.
Trata-se de valorizar um produto no plano económico, mas também de, em simultâneo, proteger a floresta dos incêndios e promover o equilíbrio dos solos.
Fonte: Ciência hoje
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